quinta-feira, 5 de maio de 2011

Joana,Uma Mulher Rica,Porém Humilde

"E também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com seus bens" (Lc 8:1-2,3).
Introdução: Jesus olhou as mulheres com olhos diferentes; tratou-as com uma ternura até então desconhecida, defendeu sua dignidade, acolheu-as como discípulas; tratou-as como seres humanos com necessidades, falhas e talentos. Ele reconheceu o valor delas. Ninguém as havia tratado assim. As pessoas viam-nas como fonte de impureza. Rompendo tradições e costumes, Jesus se aproximou delas sem temor algum; assentou se à mesa com elas e até deixou que os seus pés fossem tocados por uma prostituta que lhe estava muito grata. Elas foram igualmente livres para conversar, seguir, ser amigas e servir a Jesus; podiam relacionar-se com ele da mesma maneira que os homens se relacionavam. Este foi, por exemplo, o caso de Joana, cuja história é comentada na seqüência.
O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE JOANA:
(1º)-Seu nome significa “presente de Javé”. Era mulher de cuza, procurador de Herodes Antipas. Cuza recebia um bom salário, já que exercia cargo importante. Sem dúvida, ele dava a Joana bela casa e todos os luxos daquela época. Portanto, quando ela encontrou com Jesus ele a curou de uma enfermidade não registrada ou talvez de um espírito maligno que controlava sua vida. (Lc 8.2).
próprios recursos terrenos para sustentar o ministério de Jesus.
(2º)- Joana era uma mulher corajosa:

Ainda no território Galileu, Joana ouvira Jesus dizer, várias vezes, que, em Jerusalém ele seria denunciado, capturado, julgado, condenado e crucificado (Lc 5:35). Joana, porém, continuou seguindo Jesus, até o fim! A fúria dos judeus não a deixou amedrontada. Ela viu Jesus, na cruz, se retorcendo em dor e presenciou a vida se esvaindo de seu corpo (Lc 23:49). Ela – e não os discípulos homens – seguiu e observou José de Arimatéia e Nicodemos prepararem e sepultarem o corpo de Jesus (Lc 23:55). A seguir, ela voltou a Jerusalém para preparar especiarias e perfumes para o corpo do Mestre (Lc 23:55-56).
(3º)- Joana era uma mulher obediente:
Jesus fora rejeitado e crucificado, mas lhe é dado um enterro honrado, graças à iniciativa e à bondade de um membro do próprio Sinédrio, chamado José de Arimatéia. Joana foi uma das mulheres que assistiram a este piedoso homem depositar o corpo de Jesus num túmulo aberto em rocha, onde ainda ninguém havia sido sepultado (Lc 23:53). Depois disso, Joana e as outras foram para casa com o objetivo de preparar as especiarias e os ungüentos. Logo a seguir, Lucas frisa: "e, no sábado, descansaram, segundo o mandamento" (Lc 23:5).
(4º)- Joana era uma mulher ensinável:
Antes de partir da Galiléia, Jesus falou abertamente acerca de sua crucificação e sua ressurreição.Ela não era uma ouvinte negligeente e descuidada, nem como aquelas mulheres instáveis da igreja, "que estão sempre tentando aprender, mas nunca chegam a conhecer a verdade". Joana e as demais rapidamente entenderam que o corpo de Jesus não havia sido removido, mas ressuscitado! Joana, que constatou, pessoalmente, a crucificação e o sepultamento de Jesus, presenciou, também, a realidade da sua ressurreição.
(5º)- Joana era uma mulher crédula:
Quando os dois seres angelicais afirmaram: "ele [Jesus] não está aqui, mas ressuscitou" (Lc 24:6a).Fico à imaginar o quanto Joana se sentiu valorizada, ao receber dos seres angelicais a missão de comunicar aos discípulos a extraordinária mensagem da ressurreição de Jesus. Joana vivia num mundo onde ninguém dava credito às palavras de uma mulher. Ela sabia que, nos tribunais, a palavra feminina tinha o mesmo valor da palavra de um escravo gentio, ou seja, quase nenhum. O mundo não acreditava na capacidade da mulher, mas Jesus acreditou (Mc 16 :14 Joana e as demais do grupo não somente entenderam aquelas palavras, mas também acreditaram plenamente nelas. Elas, então, foram ao lugar onde os onze e os demais discípulos estavam, para anunciar-lhes a incrível realidade da ressurreição de Jesus. Mas a história narrada pelas mulheres foi recebida por eles como fantasia: "tais palavras lhes pareciam um como delírio" (Lc 24:11ª). O termo grego “leros”, traduzido por “delírio”, significa, literalmente, “tolices”. A seguir, Lucas destaca: "e não acreditaram nelas" (Lc 24:11 b). Vale dizer que, “como as mulheres, os apóstolos tinham ouvido as profecias dos lábios de Jesus, mas eles estão completamente céticos. Eles se recusam a acreditar.
O Espírito Santo, sobre quem Jesus tanto falou, em seus últimos ensinos, não recriminou nem desprezou as mulheres! Ele capacitou-as (Rm 16.1,3,6,7,12). E, continua a capacitar mulheres para levarem o evangelho salvador e poderoso do Senhor Jesus aos perdidos.
CONCLUSÃO:
Uma coisa que aprendo nos evangelhos não temos, nenhuma mulher opondo-se a Jesus. As mulheres aparecem para apoiar e ajudar o ministério de Jesus. Este é como vimos anteriormente, o caso de Joana, que foi tratada por Jesus de modo gentil, limpo e digno. O mesmo Jesus de Joana continua buscando tais amizades com milhares de corações femininos. Ele continua esperando a cooperação perseverante e a assistência espontânea das mulheres no ministério da sua Igreja, que se pareça com Joana, em caráter, que sejam agradecidas, generosas, obedientes, ensináveis, corajosas, cheias de fé,obedientes e humildes. A história de Joana não está registrada no evangelho apenas para ser estudada e admirada, mas, também, para ser imitada.
Que tal imitá-la? A Bíblia nos manda sermos o exemplos dos fiéis.
Com meu amor, Lúcia Izidoro.


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