segunda-feira, 11 de março de 2013

ATENÇÃO:Mulher carente on line,PERIGO CONSTANTE


ATENÇÃO: Mulher carente on line, PERIGO CONSTANTE

Uma mulher carente é presa fácil para a exploração afetiva.

Aceita qualquer migalha, entrega tudo o que é, dá tudo o que tem, exige pouco, envolve-se com quem afaga o seu ego, mesmo que a pessoa não preste, e ela saiba disso.

"Ela é digna de amor, mas não se julga capaz de ser amada e isso se torna uma meta, uma obsessão. O senhorio das emoções tem a posse, o domínio, a ação e a propriedade dela, porque festejou o ego da mulher carente. Sente-se tão sozinha que não rejeita qualquer estímulo que recebe, por mínimo ou irreal que seja. Acata ordens sem pestanejar, não sabe discutir suas vontades e direitos, não se insurge contra desmandos, acredita em mentiras, não se desvencilha de quem a humilha, não vira as costas para relacionamentos mal e perde o discernimento. A mulher carente ama demais os outros por amar pouco a si mesma. Não compartilha, acha que basta se dar para ter o outro. Muda o comportamento em função dos outros, a quem pechincha atenção e amor, mesmo que não seja verdadeiro ou que seja pouco. São as mulheres carentes as principais vítimas de amores  são virtuais, que começam em salas de bate-papo na internet e terminam em crime. A morte é a última das conseqüências, pois, antes dela, há todo tipo de exploração, da afetiva à financeira. Mulheres estão morrendo não porque existe a internet, mas porque são vítimas de suas carências. É o que as faz desprezarem o perigo de envolvimento com homens de todo tipo. A carência é o que as leva a aceitarem propostas que escapam ao bom senso. Dizem “sim” ao abuso sexual e à exploração de suas emoções. Não combatem a desordem que os homens, a quem se servem por carência, trazem às suas vidas. 

Não é a internet que deve ser combatida. É a carência afetiva. 

A internet serve como meio de aproximar as pessoas, mas não torna mais fáceis nem mais sinceros os relacionamentos. Não se pode descurar do cuidado com os riscos, com os perigos que envolvem relações com pessoas desconhecidas, ao menos até se conhecerem melhor, à luz do dia e da realidade. 

Não se pode dizer “não” à vida em nome do amor, irreal ou não. 

Mulheres carentes estão entregando suas vidas. Quem as mata, antes lhes festejou os sentidos, mentiu, enganou e, pior, elas acreditaram. Quiseram acreditar, precisavam disso para suprir as suas carências, pagas com a vida. 

Nenhum homem do mundo vale a vida de uma mulher, por mais apaixonante que ele seja, por mais apaixonada que ela esteja. Amar, sim, e muito! Mas que o amor pelo outro não seja maior do que o amor que se cultiva pela própria vida. Que a carência não justifique riscos que devem e podem ser evitados. Que o amor das mulheres por si mesmas seja forte o bastante para não crer no que não é real, pois a única realidade é a do auto-amor, a partir do qual tudo de feliz se acresce.

(*) Crônica publicada em 17/3/2007 no jornal A Razão (www.arazao.com.br), de Santa Maria, RS.

A carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia. Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a “ter” cada vez mais. Um celular novo, um sapato de outra cor, uma roupa de marca famosa, uma viagem em suaves prestações... Outras mulheres ao se sentirem carentes, doam intensamente seu amor ao companheiro, oferecendo toda espécie de carinho, afeto, agrado, abrindo mão de sua própria vida em função do outro. O companheiro vem em primeiro lugar, muitas vezes acabam abrindo mão de seus amigos, trabalho, família, filhos, simplesmente para satisfazê-lo. A carência afetiva também leva muitas mulheres ao consumo, a compulsão, ao shopping, liquidação, compras. É uma busca constante para se sentir melhor, aumentar de qualquer jeito a auto-estima e principalmente tentar preencher algo que está faltando., novamente a importância do “ter “em detrimento de “ser”. 

fonte: BOLSA DE MULHER

O que leva algumas mulheres a cair no conto do predador profissional ?

Algumas mulheres bem-sucedidas e independentes porém carentes e ingênuas vêm sofrendo com os chamados predadores, homens inescrupulosos que se aproximam com a intenção de explorá-las e até mesmo roubá-las. Eles prometem amor, carinho e companhia para sempre. Elas, instruídas desde a infância a aceitar tudo por afeto, acabam se tornando presas fáceis.

Mas há também algumas mulheres carentes e ingênuas. Elas vivem sozinhas, estão bem economicamente, têm pouca ou nenhuma família e ainda crêem em príncipe encantado. Desse modo, são vítimas potenciais de tipos que ganham a confiança delas com mentiras e promessas. Esses homens constituem-se em verdadeiros predadores profissionais. Como não têm caráter e são portadores de boa dose de psicopatia, procuram mulheres estáveis financeiramente e carentes para explorar. 

Em geral são solteiros ou separados boas-pintas  ótimos de conversa e de cama, que nunca deram duro na vida. Já nos primeiros encontros se mostram apaixonados. Fazem um "investimento" inicial convidando a mulher para o cinema ou para um restaurante. Ela, claro, encantada e "cega", porque conseguiu alguém, logo o convida para sua casa e tenta conquistá-lo com boas comidas e carinho. 

Quando fala em passeios, viagens, ele diz que por enquanto está sem dinheiro, mas, logo que receber uma bolada que está esperando, os dois vão poder se divertir bastante. O que a mulher pode fazer para descobrir quem é o predador? Como escapar do feitiço que promete amor, cuidado, carinho e companhia para sempre? 

Infelizmente, para parte delas é quase impossível. O motivo? É uma história que começa na infância. A menina é instruída a aceitar tudo para ter afeto. "Se você for boazinha", lhe dizem, "será amada; se se comportar mal, não gostarão de você." Assim, é condicionada a sufocar sua natureza animal e sua intuição, que farão falta no momento em que precisar. A mulher tem de acreditar que seu amor é valioso. Não precisa sustentar ninguém para ficar com ela. Merece ser amada pelo que é. E mais: ficar sozinha também tem seus encantos. Ver a realidade, tomar decisões não é o lado mais fácil, no entanto compensa. Nada vale mais do que o sentimento de ser inteira, coerente e dona da própria vida.

Autora: Leniza Castello Branco, psicóloga e analista junguiana na capital paulista, é membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA). E-mail: eniza@castellobranco.com"

Nota minha :. Esse apanhado de textos encontrei no blogAbsurdos e Polêmicos e percebi a extrema URGÊNCIA em compartilhar por aqui, sabemos que a carência afetiva é um mau do nosso século, pois o amor de muitos já se esfriou.
PS .: Podemos muito bem sermos sonhadoras e afins , mais é preciso ter noção do perigo nessa terra de ninguém que é a internet e despertar para o que a realidade nos mostra. Eu pessoalmente conheço casos, e confesso que já quase fui vítima de um e sei do que estou falando. 

MULHERES ACORDEM !

Tomara que esse texto ajude as mulheres que passarem por aqui a acordar dos encantamentos e contos de fadas on-line antes que paguem com a própria vida e ao invés de conto de fadas morram num filme de terror.(Si Caetano)

Rispa uma testemunha silenciosa

Apesar de  ter pouco ou nenhum controle sobre sua própria vida, Rispa ainda conseguiu manter seu senso de dignidade. ✽ Rispa, concubina d...