sexta-feira, 11 de setembro de 2020

 90 TEMAS PARA CHÁS E ENCONTORS DE MULHERES


1. Chamadas para servir
2. Fortalecidas para vencer os desafios
3. O papel da mulher no plano de Deus
4. Deus, você e os seus sonhos
5. A mulher que faz diferença por meio dos relacionamentos
 6.Livres para viver o melhor de Deus
7. Deus, visite as nossas famílias!
8. A pérola de grande preço
9. A caminhada de uma mulher com Deus
10. Toque de Fé
11. Sim, eu posso!
12. Um novo tempo chegou
13. Restauradas
14. Tempo de brilhar
15. Mulheres transformadas pela Palavra
16. O que ela fez será contado para sua memória
17. Mulheres marcadas por Deus
18. Entre palácios e desertos
19. Jardim de Deus
 20.As maravilhas de Deus através da vida de uma mulher Josué 3.5.
21. O Senhor é a minha força – Prov. 24.10
22. Mulheres vivendo à semelhança de Jesus
23. A mulher sábia
42. Mulheres vivendo uma geração profética
25. Levantai-vos, Mulheres! 
26. Aos pés do Mestre 
27. Dieta Espiritual? Nem pensar!
28. Expectativas femininas e a fé
29. Toda mulher de Deus deve ser...
30. Corações livres para amar
31. Encontrando tesouros perdidos (dracmas)
32. Mulher virtuosa, quem a achará? 
33. Mulher, esse ser especial
34. Mulher à imagem de Cristo
35. A beleza da mulher
36. Agindo Deus, quem impedirá?
37. Vaso escolhido por Deus
38. Os desafios da mulher moderna
39. Beleza interior & Beleza exterior

40. O poder da mulher que ora

41- O PODER DA MULHER QUE ORA
42- UMA MULHER SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS
43- MARTA OU MARIA?
44- MULHERES DE JOELHOS, CASA DE PÉ!
45- A MULHER CRISTÃ EM UM MUNDO MODERNO
46- OS DESAFIOS DE UMA MULHER CRISTÃ EM UMA SOCIEDADE INCRÉDULA
47- DEIXANDO O PASSADO PARA TRÁS!
48- A IMAGEM DA MULHER QUE SE RENDE A DEUS
49- RENUNCIANDO O CONTROLE
50- MENTE RENOVADA, VIDA TRANSFORMADA
51- DESPERTA MULHERES DA ULTIMA GERAÇÃO
52- UM DIA DE ESTER
53- CO-HERDEIRAS DE UM REINO
54- RAINHAS E NÃO PLEBEIAS!
55- TRANSFORMADAS PARA TRANSFORMAR!
56- CRISTÃS A MODA ANTIGA
57-CAÇADORAS DE SONHOS
58- A MULHER QUE DEUS DESEJA QUE EU SEJA
59- DESPERTA DEBORA 
60- CHAMADAS PARA SEREM SANTAS
61 -A MULHER VIRTUOSA
62- A HONRA DE UMA MULHER DE DEUS
63- A MULHER SABIA
64- SABIAS OU TOLAS? 
65- A MULHER RIXOSA
66- O PAPEL DA MULHER NO PLANO DE DEUS
67- A JOIA DE GRANDE PREÇO
68- QUAL O MEU VALOR PARA DEUS?
69- OS PASSOS DE UMA MULHER CRISTÃ
70- UM NOVO TEMPO CHEGOU
71- ENTRE PALÁCIOS E DESERTOS
72- TODA MULHER DE DEUS DEVE SER...
73- CHAMADAS PARA VENCER
74- NÃO DEIXE O SEU AZEITE ACABAR!
75- TRANSFORMANDO PEDRAS EM PEROLAS
76- ESCOLHIDAS
77- VASO NAS MÃOS DO OLEIRO
78- SE TORNANDO UMA MULHER DE EXCELÊNCIA
79- A MULHER GRACIOSA
80- VOCÊ, DEUS E SEUS SONHOS
81- O MEMORIAL DE UMA MULHER SANTA
82- MARCADAS PELA PROMESSA
83- O MEU TEMPO CHEGOU!
84-  ENGANOSA GRAÇA
85-  VENCENDO OS MEDOS E AS DÚVIDAS
86- SOLTEIRAS, DEDICANDO SEUS CORAÇÕES A DEUS!
87- LEMBRAI-VOS DA MULHER DE LÓ!
88- O ESPELHO E EU
89- ODRES NOVO, VINHO NOVO
90- NO CENTRO DA TUA VONTADE

Espero ter ajudado é apenas temas.
Com carinho, Lúcia Izidoro

terça-feira, 12 de março de 2019

ABIGAIL

A través do Espírito Santo podemos descobrir novas perspectiva para equilibrar as prioridades da vida e tomar decisões sábias como Abigail. Seu nome significa:
"Abigail "é um nome de origem bíblica e hebraica do "Abhigáyl", que é composto pela junção de "Abh' que quer dizer "pai" e "gil" que significa "regozijar-se". Tem como significado "alegria de meu pai" ou possivelmente "aquele cujo pai é alegria". 
Abigail e Nabal não faziam um bom par. Nabal dificilmente poderia ter escolhido uma esposa melhor, já Abigail dificilmente poderia ter casado com um homem pior. É verdade que ele tinha dinheiro, por isso se achava muito importante. Mas como os outros o encaravam? Na Bíblia talvez não dê para encontrar outro personagem descrito em termos tão negativos. O próprio nome dele significa “Insensato” ou “Estúpido”.
Alguns talvez se perguntem por que uma jovem tão inteligente casou com um homem tão imprestável. Lembre-se que muitos casamentos nos tempos bíblicos eram arranjados. E, mesmo que um casamento não fosse arranjado, dava-se muito valor à aprovação dos pais. Será que os pais de Abigail aprovaram ou até arranjaram esse casamento, impressionados com a riqueza e proeminência de Nabal? Será que eram pobres e sentiram-se pressionados? Seja como for, o dinheiro de Nabal não fez dele um bom marido.
15, 16. (a) Como Abigail mostrou que era parecida à esposa capaz descrita no livro de Provérbios? (b) Por que a atitude de Abigail não foi uma rebeldia contra a chefia de seu marido?

 Abigail pensou e agiu rápido. O relato diz que ela “apressou-se imediatamente”. Esse relato usa quatro vezes o verbo “apressar” com respeito a Abigail. Ela preparou um presente generoso para Davi e seus homens. Incluía pão, vinho, carne de ovelha, grãos torrados, tortas de passas e de figos. Fica claro que Abigail sabia bem o que tinha à sua disposição e era uma excelente dona de casa, bem parecida à esposa capaz descrita mais tarde no livro de Provérbios. (Pro. 31:10-31) Ela mandou seus servos ir na frente com as  provisões, depois seguiu sozinha. “Mas”, conforme lemos, “ela não contou nada a seu esposo Nabal”. — 1 Sam. 25:18, 19.


“Por favor, deixa a tua escrava falar aos teus ouvidos”

 Ela assumiu a responsabilidade pelo que tinha acontecido e pediu o perdão de Davi. Abigail foi realista ao reconhecer que o marido era tão insensato como o nome dele indicava, talvez sugerindo que castigar aquele homem estava abaixo da dignidade de Davi. Ela mostrou que tinha confiança em Davi como representante de Jeová, reconhecendo que ele estava travando “as guerras de Jeová”. Também indicou que sabia da promessa de Jeová sobre Davi e o reinado, pois disse: “Jeová . . . certamente te comissionará como líder de Israel.” Além disso, pediu que Davi não fizesse nada que pudesse trazer culpa de sangue sobre ele ou que talvez se tornasse, mais tarde, “uma razão para vacilação” — pelo visto, referindo-se a uma consciência perturbada. (Leia 1 Samuel 25:24-31.Sem dúvida, palavras gentis e tocantes!
Concluão: O que  você tem feito para o bom andamento de sua casa?

Pausar a vida pelos filhos






Hoje tomei meu chá e fiquei pensando em quantas vezes, desde que me tornei mãe, já escutei a frase “não pause sua vida pelos filhos, pois eles um dia crescem”; como uma forma disfarçada de menosprezar a dedicação materna. 
Cria-se o filho pro mundo, todo mundo diz. 
As asas, as benditas asas. Eu sei, você sabe.
Não pausar a vida. Ideia curiosa essa já que ser mãe é viver eternamente de pausas. 
Por 9 meses, pausa o vinho.
Por aproximadamente 40 dias se pausa a vida sexual.
Por muitas e muitas noites pausa o sono , pausam a reunião de trabalho, a ligação importante, a oportunidade profissional. Pausa a poupança, porque juntar dinheiro fica difícil.
A gente pausa as refeições e os banhos. Pausa os planos de viagens, as saídas com as amigas, as idas ao cabeleireiro.
A gente pausa o coração na preocupação e pausa a própria vida pra respirar a deles.
Criar para o mundo. O que isso seria?
Suponho que minha mãe me criou “para o mundo,” sempre me dando asas. Fui conquistar esse mundão para o qual a minha mãe me criou.
Mas a verdade é que eu nunca deixei de ser dela. Um pedaço dela. Um produto dela.
Então eu penso, enquanto tomo meu chá com lágrimas e amargo as saudades que sinto da minha mãe, que filhos não são do mundo. Nossos filhos são nossos! Eles vieram da gente e voltam pra gente de novo e de novo.
Mesmo estando longe, eles são nossos. Nossos pedaços. Nossos produtos. Os produtos de todas as nossas pausas. Porque é na pausa que fortalecemos o vínculo, é na pausa que construímos as memórias. É no pausar da vida, nesse incessante viver pelo outro, em meio às dores e sacrifícios que, como mulheres, muitas vezes nos vemos plenas; e mais do que isso, nos vemos mães.

TEXTO TIRADO DA INTERNET

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Rispa uma testemunha silenciosa

Apesar de  ter pouco ou nenhum controle sobre sua própria vida, Rispa ainda conseguiu manter seu senso de dignidade.✽ Rispa, concubina de Saul que perdeu os filhos 2 Sm 3.7,8; 21:1-14


Rispa, no hebraico significa "pedra quente" ou "carvão" e, em sua vida, com certeza, ela passou por muitas vezes "pelo fogo", pois essa mulher provou de um grande sofrimento em sua vida e deixou-nos um grande exemplo de amor, de coragem, resistência e perseverança, em uma situação que é para uma mãe, a mais terrível: ter seus filhos mortos e por um erro que não foram eles, mas seu pai, o rei Saul, quem cometera no passado.

Já comentamos aqui o quanto vimos a família de Saul inteira sofrer por consequência da desobediência dele a Deus. E, esse episódio, creio que é o mais triste de todos, onde, os dois filhos de Rispa (que era concubina do rei Saul) e ainda, os 5 filhos de Merabe (filha de Saul) serem condenados a morte por conta de uma quebra de aliança por parte de Saul, a qual Josué havia feito com os gibeonitas que era irrevogável, Js 9:15-27, pois Saul não respeitou a aliança e matou vários gibeonitas, assim, ele trouxe uma culpa de sangue sobre si e a sua família.

O tempo passou... e quando Davi já era rei de todo Israel, a nação foi atingida por uma fome de três anos. Davi consultou ao Senhor sobre sobre qual seria a causa da calamidade e teve como resposta que a falta de chuva se devia ao fato de Saul ter quebrado essa aliança com os gibeonitas por ter assassinado vários deles. A lei de Israel preconizava como deveria ser feito "o reparo deste erro na época da lei" (leia Nm 35:33), assim, como o rei Saul já estava morto, a sua descendência pagaria pela rebeldia do pai.

Para minimizar a questão, os gibeonitas pediram a Davi que lhes entregasse sete dos filhos de Saul (filhos aqui, significando descendentes), para que os enforcassem em Gibeá de Saul, então, Davi lhes entregou os dois filhos de Rispa, Armoni e Mefibosete e mais cinco filhos que Merabe teve com Adriel. Os 7 jovens foram mortos perto dos dias em que iniciava a sega das cevadas.

Rispa não teve como impedir que seus filhos fossem mortos, mas ela deixou externalizar todo o seu sofrimento em forma de uma maternidade que não acabou com a morte. Mãe dedicada e inconformada com a situação final em que ficaram seus filhos, ..."ela estendeu para ela um pano de saco sobre uma rocha e, desde o início da colheita até cair chuva dos céus sobre os corpos, ela não deixou que as aves de rapina os tocassem de dia, nem os animais selvagens à noite." (2 Sm 21.10).

Ela ficou ali guardando aqueles corpos até vir a chuva sobre eles e o que ela fez chegou ao conhecimento do rei Davi que mandou providenciar um enterro digno para os restos mortais daqueles homens e ainda para os restos de Saul e Jônata, e só então, depois disso, Deus voltou a trazer o tempo favorável sobre Israel.

A atitude desta mulher nos ensina que não devemos nos conformar em que nossos filhos e nossa família ou parentela fiquem "mortos no pecado" sem fazermos nada. Assim como ela não pôde livrar seus filhos da morte, nós, sabemos que nós "como mães crentes" não salvamos nossos filhos, ou seja, não é o fato de alguém ser filho de crente que o salvará, mas sim, apenas se este receber a Cristo como Salvador! Mas, como Rispa, "num sentido espiritual", precisamos ficar "inconformadas" em ver os nossos sem Cristo, mortos no engano do pecado, e em favor deles, precisamos "estender um pano de saco sobre a rocha", ou seja, nos humilharmos em clamor firmadas na Rocha que é Cristo, e não deixarmos que os nossos sejam engolidos, devorados, pelo mundo, não!

Vamos clamar, vamos nos humilhar, (leia 2 Crõnicas 7.14) que, com certeza, nossa oração chegará aos ouvidos do Rei Jesus e Ele mandará a resposta! As chuvas da Sua Presença virão sobre nós e a nossa família e voltaremos a ver a fertilidade e a prosperidade de Deus em nossas vidas, Deus sarará a nossa terra!



quarta-feira, 12 de julho de 2017

As esposas do rei Davi de Michal à BetSeba



Mical foi a primeira e única esposa singular de Davi. Filha do Rei Saul, casou-se com Davi quando ele ainda não era rei (1ª Samuel capítulo 18, vers. 20 em diante e cap. 19, vers. 11).

Pois bem. Como Saul queria matar Davi porque Deus havia entregue o reinado nas mãos dele, Mical ficou sabendo do plano assassino de seu pai e avisou tudo para ele, que fugiu de madrugada para não morrer e sua esposa ficou, em respeito ao seu pai. Para se vingar, Saul acabou com o casamento entre Davi e Mical, entregando-a para um outro homem chamado Palti. (1ª Samuel, cap. 25. vers. 44).

Mical amava demais a Davi e sofreu muito com a separação. Infelizmente Davi não teve filhos com ela porque o casamento durou pouco tempo.


A segunda esposa de Davi se chamava Abigail. Ora, Abigail foi casada com Nabal, um homem rico e muito avarento que desafiou o rei Davi. Nabal morreu doente e Davi se apoderou da mulher dele e se casou com ela (1ª Samuel cap. 25, versículo 36 em diante).


Desse relacionamento nasceu Quileabe (2ª Samuel, cap. 3, vers. 3).
                                
                                                         
 Terceira esposa de Davi foi Ainoã.  O interessante dessa história é que Ainoã era esposa de Saul (1ª Samuel, cap. 14, vers. 50) e quando ficou viúva, já que Saul se matou, Davi a tomou por mulher (1ª Samuel cap. 25, vers. 43).

Como não podia ser diferente, desse matrimônio nasceu Amnon, a primeira vergonha de Davi (2ª Samuel cap. 3, vers. 2). Amnon cometeu incesto e estuprou a própria irmã Tamá. Por causa disso foi assassinado pelo irmão Absalão (2ª Samuel 13, vers. 7 em diante). Mais um casamento de derrota do rei Davi e o primeiro filho problemático do rei.

O quarto casamento de Davi foi com Eglá e está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 5. O interessante é que a Bíblia não diz como se iniciou esse relacionamento e nem como terminou.

Desse quarto relacionamento nasceu Itreão (2ª Samuel, cap. 3, vers. 5).


O quinto matrimônio de Davi foi com Maaca e está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 3. Desse casamento nasceram dois filhos: Absalão e Tamá. Absalão  foi o segundo filho que envergonhou o pai.

Pois bem. Tamá era uma mulher muito bonita e formosa e foi estuprada pelo irmão Amnon, filho de seu pai com Ainoã. Amnon era o filho mais velho de Davi e possivelmente era quem iria assumir o trono com a morte do rei. Mas essa tragédia já era prevista porque Davi se apoderou da viúva de Saul e por isso coisa boa não poderia vir dessa união.


O rei Davi ficou muito irado quando soube do estupro, mas nada fez porque sempre defendeu o seu filho querido Amnon. Mais outra tragédia familiar estava para acontecer: era a vingança de Absalão.
                                                 


A sexta esposa de Davi se chamava Hagite. Não se tem muita informação desta mulher, mas alguns registros dão conta de que ela era uma dançarina muito bonita e Davi se encantou por ela. O início do relacionamento está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 4

 Desse casamento nasceu Adonias (2ª Samuel, cap. 3, vers. 4). O terceiro filho problemático de Davi. O que tentou se apoderar do trono de Israel quando seu pai estava velho (1ª Reis, cap. 1).


O sétimo casamento de Davi ocorreu com Abital. Esse matrimônio está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 4 e da mesma forma a Bíblia não diz como se iniciou esse relacionamento.

Dessa união nasceu Sefatias (2ª Samuel, cap. 3, vers. 4).
                                           
E por fim, o oitavo casamento de Davi se deu com Betsaba. Essa mulher era esposa de Urias, soldado fiel de Davi e a que mais o encantou. Veja que Davi já havia se casado sete vezes e mesmo assim não era feliz.

De olho no corpo escultural de Betsaba Davi tramou a morte do esposo da mesma (Urias) para enfim, ter relação sexual com ela e depois se casar.

Dessa relação sexual ilícita nasceu o quarto filho da perdição e a partir daí a vida do rei só piorou, pois Deus não aceitou esse pecado e matou o filho de Davi (2ª Samuel, cap. 11, versículo 26 em diante). Toda a sua família foi destruída pelo mal, como exposto acima.


Desse oitavo e último casamento nasceram: criança que morreu e que a bíblia não diz o nome, Simeia, Sobabe, Natã e Salomão(a criança sem nome foi o quarto filho problemático de Davi e Salomão foi o quinto).

As mulheres pagãs do rei Salomão





As tristes consequências da poligamia e da idolatria na vida de Salomão.

O harém de Salomão era constituído por muitas mulheres. Eram 700 esposas e 300 concubinas. O coração de Salomão parece ter endurecido para Deus na medida em que crescia o seu envolvimento com estas mulheres (veja 1 Reis 11.9). Alguns casamentos de Salomão eram parte de acordos políticos com países vizinhos, como no caso do seu casamento com a filha de faraó, (veja 1 Reis 3.1), da qual nós já falamos aqui num post anterior, ele construiu um palácio para ela e recebeu a cidade de Gezer como dote da princesa (1Rs 9.16) e, desse modo, garantiu uma relação amigável com o Egito. No entanto, o rei continuou a casar-se com mulheres estrangeiras mesmo não havendo mais necessidades políticas. Essas mulheres eram idólatras, devotas a Astarote, a deusa de fertilidade, cuja adoração incluía a prostituição cultural, e Moloque.

O próprio Salomão escreveu sobre a sabedoria da monogamia (veja Ec 9.9), porém, Salomão acabou por desviar-se dos caminhos de Deus, levando destruição e dispersão do reino quando seu filho Roboão torna-se rei em seu lugar. Além disso, sua família foi corrompida pois seus filhos não foram ensinados a guardar as leis do Senhor.

Fonte: Bíblia de Estudo da Mulher.

O poder de sermos chamadas de filhas de Deus


                     

                                   Evangelho de João
João 1.V11-Ele veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. 
V12-Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, 
ou seja, aos que crêem no seu Nome; 
V-13-os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, 
nem da vontade do homem, mas de Deus.

A mulher sábia

" A sábia mulher que, com sua atitude, livrou sua cidade de ser destruída!"

Há um versículo que "é chave" na vida de uma mulher:
"A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos a derriba." (Pv 14.1)

Quando lemos 2 Sm 20, todo o contexto, encontramos no verso 16 em diante "uma mulher que, com sua sabedoria, ela não edificou apenas a sua casa, mas trouxe livramento pra toda a sua cidade, que se não fosse por seu discernimento, com certeza teria sido destruída e muitas vidas teriam sido tiradas, muitos inocentes sofreriam, porisso sua atitude foi considerada sábia." Essa mulher com certeza tinha sabedoria vinda de Deus, pois ela mesma declara mais a frente que era uma serva fiel e uma mulher pacificadora.

Quando Joabe, comandante chefe do exército de Davi pretendia invadir a cidade de Abel-Bete-Maaca onde essa mulher morava para perseguir e matar um inimigo do rei Davi chamado Seba, ela, percebendo que aquela invasão da cidade a destruiria, aproxima-se então próximo ao muro da cidade e grita de lá de dentro por Joabe, pedindo para falar com ele, ela desejava interceder por sua cidade, conforme está escrito:

v.20.16 "Então, uma mulher sábia gritou de dentro da cidade: Ouvi, ouvi; dizei a Joabe: Chega-te cá, para que eu fale contigo."

v.17 "Chegando-se ele, perguntou-lhe a mulher: És tu Joabe? Respondeu: Eu sou. Ela lhe disse: Ouve as palavras da tua serva. Disse ele: ouço."

v.19 "Eu sou uma das pacíficas e das fiéis em Israel; e tu procuras destruir uma cidade e uma mãe em Israel; por que, pois, devorarias a herança do Senhor?"

Essa "mulher que gritou" talvez seja o primeiro confronto de Joabe com alguém do sexo oposto numa batalha. Graças à ousadia e discernimento dessa mulher sábia, sua cidade, Abel-Bete-Maaca, foi salva de uma calamidade. Ela apelou diretamente para Joabe como comandante chefe do exército atacante, falando da boa reputação da cidade que ele estava prestes a destruir. Os habitantes de Abel eram homens e mulheres fiéis de Israel; a cidade servia de "mãe" para outros vilarejos ao seu redor e era um lugar conhecido por resolver pacificamente suas diferenças.

Essa mulher corajosa exigiu respeito pelo seu povo. Quando chegou a um acordo com Joabe, também persuadiu o povo a sacrificar Seba para salvar a cidade.

Fonte Aprendendo com as mulheres da Bíblia.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Não Quero Ser a Mulher de Provérbios



“É claro que Deus entende que eu trabalhe fora, preciso dar o melhor que eu posso pra os meus filhos! Hoje os tempos são outros. Em tempos de crise, tenho que trabalhar e trabalhar mais. Nenhuma mãe quer que seus filhos não tenham uma boa educação e por isso vou trabalhar mais e colocá-los numa escola melhor, e eles terão oportunidades de conhecer outras pessoas, aprenderão xadrez, inglês, francês, chinês, aramaico, grego. O que tem de errado nisso? Vou dar condições para que eles estudem fora do país. Vou trabalhar um pouco mais, e não importa se algumas vezes eu estiver tão cansada que não possa brincar ou me dedicar a eles, Deus também entende que fico cansada. Até porque, é pra isso também que trabalho, pra colocar babás qualificadas para cuidar deles enquanto estou fora. As vezes também não terei tempo pro meu marido. Mas é só as vezes. O que pode haver de errado? Eu estudei a minha vida inteira, acabei de ingressar numa faculdade dos meus sonhos. Não irei me casar antes de ter meu próprio emprego, afinal, meus pais me ensinaram que o emprego é meu primeiro marido, porque quando eu casar e der errado, não vou mendigar nem ficar num casamento falido. E ainda outra coisa, seria uma humilhação ter que pedir dinheiro até pra comprar absorvente ou um batom…”
Você concordou com alguma coisa descrita acima? Então continue lendo e entenda porque você, mulher cristã, está completamente equivocada e não entendeu absolutamente nada sobre o projeto de Deus para a mulher.
Primeiro de tudo, se você quiser agradar a Deus, precisa se esforçar para ser a mulher virtuosa, mesmo tendo sido a vida inteira moldada a não ser nem querer ser tal mulher. Mas aqui tratarei das mulheres que tão manhosamente e de forma egoísta não querem ser a mulher de Provérbios 31 e por isso não vou fazer cerimônias. Não por achar que é difícil demais ou por não estarem prontas, mas por estarem ocupadas demais em olhar para seu próprio umbigo, choramingarem e relativizarem tudo, esquecendo-se dos projetos perfeitos de Deus.
Mulheres como estas (citadas acima) saem de casa para ser a provedora do lar juntamente com seu esposo, afirmando que apenas desse modo terão uma vida confortável, darão conforto e boa educação a seus filhos, não passarão fome, terão viagens esplendorosas de férias e terão uma boa renda que cumule numa poupança gorda. Entenda que quem dá o sustento, o pão de cada dia e o teto não é você, nem o quanto você ganha, é Deus (Mateus 6.29-33). Sua felicidade e realização como mulher não deve se basear em um emprego fora e ascensão profissional. Assim como a mulher de Provérbios 31 trabalhava para completar a renda familiar, você também pode. Note que a mulher citada completava a renda e não os luxos (v.13). É hora de parar de acreditar no “ter para ser”, no mito na grama mais verde, na insatisfação crônica com o que se tem. Seu emprego, suas conquistas profissionais, seu tempo dedicado fora do lar não podem de maneira alguma ser prejuízo dentro de casa. Se assim você plantar, o que colherá é o amargo sabor de um fracasso familiar.
Não terceirizem a educação e o cuidado dos filhos, não deixem a educação mais importante (a bíblica) ser dada apenas pelo professor da EBD nos domingos. É um engano afirmar que o melhor para os nossos filhos são casa, cama, computador, celular mais caro, cursos de idiomas, natação e outras programações quaisquer. Eles carecem de palavras de sabedoria e instrução que emana no Trono de Deus e que é responsabilidade nossa repassar e forjar o caráter dos pequenos de acordo com Deuteronômio 6.7-9. Enquanto nós estamos preocupadas em dar conforto e tudo do bom e do melhor “que nunca tivemos e blábláblá” nossos filhos estão nus espiritualmente e miseravelmente pobres.
O Santo Deus nos fala por meio da sua Palavra em Romanos 12:1 “não sede conformados com este mundo, mas sedes transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Então, como queremos experimentar a vontade do Senhor se estamos entrando em conformidade com o padrão deste mundo? Querendo ser o homem e fazer as coisas que por Deus foi determinada desde a criação ao homem?
Devemos nos comportar e agir de acordo com o Espírito de Deus, SE É que o Espírito Santo habita em nós. E se Ele habita, como podemos abrir nossas bocas e declarar que agora não vivemos mais nós, mas é Cristo quem vive e reina, se ainda, por egoísmo, presunção, avareza, vaidade e toda sorte de obras pecaminosas, andamos segundo o curso desde mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que opera nos filhos da desobediência, andando no desejo da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, agindo como filhos da ira (Efésios 2)?
São palavras duras, afiadas e que em nada agradam a nós mesmas, quem que pode ouvi-las e suportá-las? Mas, Jesus de Nazaré faz outra pergunta “Quereis vós também retirar-vos?” (João 6:67). E então, ainda que o discurso seja duro, a Palavra afiada a ponto de separar juntas e medulas, a porta estreita, caminho apertado, entendemos que o jugo é suave, o fardo é leve, e só Jesus tem as palavras de vida eterna e não temos para onde ir.
Que você possa ter compreendido e possa dobrar seus joelhos e orar, para que Deus segundo a Sua boa vontade, a levante como mulher corajosa, que será capacitada a lutar contra esse mundo que menospreza e esquece o verdadeiro significado e projeto para mulher. Que o Espírito fale e inflame seus corações e acenda brasas vivas em sua alma, para que você possa ser estimulada a seguir o caminho da virtude e ser vaso de honra nas mãos do Deus vivo para ser instrumento dEle no seu lar. E Tomando as palavras no Rev. Hernandes Dias Lopes, “que você seja a mulher virtuosa de nossa geração, amada por Deus, elogiada pelo marido, enaltecida pelos filhos e conhecida pelas suas boas obras”.
Lembre-se sempre que o que Deus instituiu é maior e melhor que nossos projetos pessoais. Despoje-se, pois, de ideias feministas e mundanas, caminhe em virtude para descobrir no Senhor, o modo que ele deseja que você viva.
Deus abençoe.
POR NATALI ALBUQUERQUE

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Meu Diário







Todos os dias abro a página do meu diário e escrevo nele todos os lindos sentimentos que me adornam o coração. E deleto todos aqueles que me fazem sofrer.
Suspiro agradecendo a Deus pelo seu lindo e precioso cuidado, pela vida, por tudo que me acontece no tempo e na hora de Deus, pois sabemos que Deus sabe todas as coisas e que a hora Dele nunca falha..
Grata por tudo! Lucia Izidoro

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Benção e Maldição na família de Noé

 
  
INTRODUÇÃO
Na aula de hoje estudaremos a respeito da profecia de Noé, impetrando maldição e benção sobre os seus filhos. Inicialmente destacaremos a plantação da vinha por Noé, e suas consequências imediatas. Em seguida, como se estabeleceu uma desgraça sobre aquela família. Ao final, destacaremos o cumprimento da maldição de Noé sobre os descendentes de Cam, e as bênçãos sobre Sem e Jafé. Essa também será uma oportunidade para refletir a respeito dos percalços pelos quais as famílias podem passar, bem como sobre o relacionamento entre pais e filhos.
1. NOÉ PLANTA UMA VINHA
Noé estava cumprindo sua missão cultural, trabalhando na agricultura, a fim de sustentar sua família. De certo modo seguiu a profissão do seu pai, Lameque (Gn. 5.28,29), e decidiu plantar uma vinha. A embriaguez sempre foi condenada na Bíblia, principalmente por causa das suas consequências para a vida das pessoas (Pv. 20.1; 23;19-21; Is. 5.11; Hc. 2.15; Rm. 13.13; I Co. 6.10; Ef. 5.18). Os israelitas não eram proibidos de tomar vinho com moderação, na verdade esse era considerado uma benção (Sl. 104.14,15; Dt. 14.26) e era usado também nos sacrifício (Lv. 23.13; Nm. 28.7). Isso, no entanto, não deve servir de estímulo para o consumo indiscriminado de vinho. Além disso, há pessoas que o melhor a fazer é manter distância, e seguindo a orientação de especialista, devem evitar até mesmo o primeiro gole. No caso de Noé, ao que tudo indica, colheu as uvas, as espremeu e depois aguardou que elas fermentassem. Ele fez algo que lhe trouxe vergonha, não apenas pela embriaguez, mas também por ter ficado nu. A pessoa que se entrega aos vícios acaba por fazer coisas fora do senso, que lhes colocarão em situações embaraçosas. É comum ver pessoas assumindo papeis vergonhosos por causa de bebidas alcoólicas. É lamentável que Noé, mesmo sendo reconhecido como o pregoeiro da justiça, e sobrevivido graciosamente ao dilúvio, tenha se colocado em uma situação vergonhosa. Uma das provas da veracidade da Bíblia é a sua honestidade em relação aos pecados dos homens e mulheres de Deus. Narrativas desse tipo estão registradas para que não venhamos a incorrer nos mesmos erros (I Co. 10.6-13).
2. A MALDIÇÃO DE NOÉ SOBRE CANAÃ
Quando Noé estava embriagado e nu em sua tenda, um dos seus filhos, Cam, entrou na tenda do pai, e o viu naquela situação. É possível que tenha se divertido ao vê-lo naquela condição deplorável. E mais que isso, tenha chamado seus irmãos para fazer o mesmo. A desonra de Cam antecipa o mandamento que viria a ser dado a Deus através de Moisés posteriormente, em relação à importância de honrar os pais (Ex. 20.12). Sem e Jafé, ao invés de seguirem o exemplo negativo do irmão, não quiseram humilhar o pai, antes o cobriram. Eles entraram de costas na tenda e cobriram o corpo nu do velho patriarca (Gn. 9.23). Há filhos que desonram seus pais, colocando-os em condições vergonhosas. Outros, porém, cuidam dos seus pais, com orgulho, e os preservam, principalmente na velhice. Em meio a essa sociedade utilitária, marcada pelo pragmatismo, é importante que os filhos não descartem seus pais. Por causa da humilhação imposta a Noé pelo seu filho Cam, este foi amaldiçoado. Na verdade, ele profetizou o futuro da descendência de Cam. O patriarca predisse três vezes que o filho de Cam se tornaria escravo, e seria servo desprezível. Na verdade, os cananeus vieram a ser um povo conquistado pelos israelitas, e se tornou instrumento de opróbrio (Gn. 15.18-21; Ex. 3.8, 17; Nm. 13.29; Js. 3.10; I Rs. 9.20). É importante ressaltar que a descendência de Cam nada tem a ver com a raça negra, como quiseram interpretar alguns racistas do passado. Essa foi uma visão equivocada, pautada no preconceito, para causar segregação.
3. AS IMPLICAÇÕES DA PROFECIA DE NOÉ
Em suas palavras Noé não apenas profetizou maldição, mas também bênçãos sobre o restante da sua família. Sem recebeu a promessa de que seria enriquecido por Deus, e se tornaria uma pessoa próspera. Da sua família viria Abraão, que se tornaria o pai de uma grande nação (Gn. 11.10-32). Mesmo sendo o segundo filho de Noé, Sem acabou tomando a primazia, por isso é comumente citado em primeiro lugar (Gn. 5.32; 6.10; 9.18; 10.1; I Cr. 1.4). Essa é uma demonstração do que acontece quando um filho se coloca debaixo da benção do pai. Os filhos desobedientes trazem para si a desgraça, muitos estão morrendo mais cedo do que deveriam, por causa da rebeldia (Ef. 6.1-4). Essa também é uma demonstração da graça de Deus, que necessariamente não abençoa o primogênito, mas aquele a quem Lhe apraz. Isso aconteceu com Abel (Gn. 4.4,5), Isaque (Gn. 17.15-22) e Jacó (Gn. 25.19-23). Em relação a Jafé, esses ficaram à sombra do seu irmão, e recebeu a benção através dele. Na verdade, este viria a dar origem aos gentios, que também foram agraciados por Deus. Nós também estamos na “tenda de Sem”, na medida em que Israel foi escolhido para ser “luz para os gentios” (Is. 42.6; 49.6). Não podemos esquecer que a salvação vem dos judeus (Jo. 4.22), e que o próprio Jesus era um judeu. Através de Jesus fomos agraciados pelo Deus de Abraão, Isaque e Jaco, tendo Ele trazido luz para os gentios (Lc. 2.32), que foi propagada pelos apóstolos a todos os povos (At. 1.8). A igreja continua tendo a responsabilidade de levar essa boa nova a todos as nações (Mt. 28.18,19).
CONCLUSÃO
As palavras de Noé, proferidas aos seus filhos, podem ser consideradas benção e maldição, e também profecias. Essas se cumpriram cabalmente na história de Sem, Jafé e Cam, e em relação a esse último, por ter humilhado ao seu pai, trouxe sobre si a desgraça. Estejamos, pois atentos às bênçãos de Deus, e não nos apartemos das nossas responsabilidades, sempre sóbrios e dispostos a levar o evangelho de Jesus até os confins da terra, no poder do Espírito Santo (At. 1.8).
BIBLIOGRAFIA
CLAUS, W. O livro do Gênesis. São Leopoldo: Sinodal, 2013.

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